Entrevista com o cronista - Jorge Moraes
por Assessoria em 9/12/2013
O entrevistado desta semana é o comentarista esportivo e ex-presidente da ACDA, Jorge Moraes.

Atualmente na Tv Mar e Rádio Jornal Am 710, Jorge Moraes fala ao site da ACDA.

Confira a entrevista:

- Jorge Moraes, para começar gostaria saber como surgiu o interesse pela imprensa esportiva na sua vida?

Esse interesse surgiu aos 15 anos, quando acompanhava o árbitro Dirceu Arruda, ex-goleiro do CRB, que era meu vizinho e eu assistia os jogos na pista atrás do gol, quando ele ia apitar nos campos do CSA e do CRB. Depois, veio ser meu vizinho o companheiro Edvaldo Alves, que trabalhava na Rádio Difusora. Ia quase todo dia para a rádio e terminei me encaixando na equipe que era comandada pelo Márcio Canuto. Eu já gostava de rádio e juntei o útil ao agradável.

- O que mais gosta de fazer no rádio?

Falar dos outros. (rsrsrsrs) Na verdade, não é falar dos outros, mas de comentar as coisas que estão acontecendo. Gosto muito de ser comentarista, mas tenho saudades de quando era repórter.

- Qual foi, no seu entender, o momento que mais marcou na crônica esportiva?

Na cobertura das Copa do Mundo dos Estados Unidos e França; Nas Copas das Confederações dos mesmos países e nas Copas Américas do Uruguai, Bolívia e Paraguai. São inesquecíveis.

- O que gostaria de fazer no Rádio, e que ainda não fez?

Nada.

- O Rádio AM tem “prazo de validade?” Vai acabar?

Não. Como primo pobre continua sendo muito forte.

- Qual sua opinião em relação ao "jabá" na imprensa esportiva?

Desaprovo totalmente. Sei que isso existe e um dos responsáveis é o dirigente de clubes que, para aparecer, fica oferecendo dinheiro e outros benefícios aos profissionais, que terminam recebendo e ficam nas mãos deles. É canalha quem recebe e quem oferece. Isso é como comprar voto no dia de eleição.

- Como avalia o atual momento do rádio esportivo alagoano?

Muito bom. Temos grandes profissionais. Não vou citar nomes para não correr o risco de esquecer algum. Mas, o trabalho é muito bem feito, sem distinção entre as emissoras locais e do interior.

- Qual sua opinião em relação ao rebaixamento do ASA para série C em 2013?

Normal. A gente não gosta, não quer, mas é normal. O que a diretoria precisa fazer é não esmorecer. Tentar dar a volta por cima, formar um grande time no ano seguinte e voltar a Série B.

- Como foi presidir a ACDA? (Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas)

Já fui vice-presidente, presidente interino e, por último, presidente eleito. Se os associados ajudassem mais e não tivesse picuinhas, como a do presidente da FAF, estaria lá até hoje. Saí para não prejudicar a entidade e os companheiros.

- Você ainda almeja algum sonho a ser alcançado?

Não. Acho que já fiz muita coisa e que eu sou, hoje, é mais do que mereço.

-O que você pensa sobre os jornalistas que muitas vezes escondem o time de coração com medo talvez do relacionamento com as outras torcidas?

Nesse caso, acho que falta um pouco mais de personalidade. Não tenho problema com isso. Todo mundo sabe que sou torcedor do CSA, mas isso nunca evitou que falasse do CSA e me relacionasse com o pessoal do CRB. Isso tudo é bobagem.

- Deixe sua mensagem final.

Em primeiro lugar, meu muito obrigado pelo espaço; Em segundo lugar, parabéns pelo Blog; e, por último: Ninguém precisa ser igual a ninguém, mas todos precisam ser honestos com sua profissão, dedicados com o trabalho, profissionais acima de tudo. Um abraço...

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20/11/2017

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