Presidente da CEAF exalta trabalho dos árbitros no Campeonato Estadual
por globo esporte em 21/4/2013
O tema arbitragem sempre causou polêmica em todo o mundo e em Alagoas não é diferente. Em entrevista ao globo esporte, o presidente da Comissão Estadual de Arbitragem, Hércules Martins, avaliou o desempenho dos árbitros alagoanos e falou sobre o intercâmbio de arbitragem entre as federações.

Como você avalia a atuação da arbitragem alagoana nesta temporada?

- Muito boa. Nós temos um equilíbrio e uma regularidade muito boa nos árbitros, e isso nos dá tranquilidade.

Você acha que vai ser necessário trazer árbitros de fora para apitar as semifinais e finais do Campeonato Alagoano?

- Não. Inclusive, eu nem pretendo solicitar árbitros do intercâmbio. Os nossos árbitros têm totais condições de apitar as semifinais e finais do Estadual. Se algum clube solicitar arbitragem de fora, não será do quadro de intercâmbio. O clube vai solicitar arbitragem à CBF e vai arcar com as despesas dos árbitros.

Um árbitro baiano vai apitar a partida entre ASA e Murici, válida pela 10ª rodada. Foi solicitação de algum clube ou faz parte do intercâmbio?

- Faz parte do intercâmbio. Esse intercâmbio foi acordado entre as comissões de arbitragem e, eventualmente, a gente iria fazer esse tipo de trabalho. Daí, essa semana a Federação Baiana solicitou que árbitros daqui fossem apitar lá e os de lá aqui. Por isso, o baiano vai comandar a partida entre ASA e Murici. Com essa inciativa, nós diversificamos, porque, no momento em que os árbitros apitam em outros estados, eles adquirem experiências nesses jogos de intercâmbio e isso dá uma maturidade muito grande.

Na sua opinião, qual é o melhor árbitro do Campeonato Alagoano?

- Não há o melhor árbitro. Ao meu ver, três árbitros estão em igualdade: Francisco Carlos Nascimento, Charles Hebert e George Alves Feitoza. O árbitro revelação é o José Reinaldo.

A FIFA aprovou, recentemente, o uso de tecnologia na Copa das Confederações. Chip na bola, sensores nas traves, entre outros recursos tecnológicos para diminuir ao máximo os erros cometidos pelos árbitros. Como você avalia esse auxílio?

- Eu sou a favor, desde que a tecnologia seja rápida. A gente não pode usar a tecnologia para ela trazer problema. Tem que vir para resolver de forma rápida. Não pode demorar um minuto ou dois, mas sim, alguns segundos.

Para o Campeonato Alagoano 2014, a CEAF pretende implantar os dois árbitros auxiliares que ficam atrás dos gols?

- No momento não. Eles foram muito mal aproveitados, explorados. Se for para estar lá dentro do campo, tem que ter alguma serventia e ser ativo no jogo. Mas se for só para assinalar tiro de meta e escanteio, não tem utilidade alguma.

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17/11/2017

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